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Sobre nada.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Ainda no Mundo de Sofia.
"Querida Hilde!
Se o cérebro humano fosse tão simples ao ponto de podermos entendê-lo, nós seríamos tão idiotas que não conseguiríamos entendê-lo.
Um abraço,
Papai."
Se o cérebro humano fosse tão simples ao ponto de podermos entendê-lo, nós seríamos tão idiotas que não conseguiríamos entendê-lo.
Um abraço,
Papai."
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
+ Mundo de Sofia (de novo)
"_O poeta dramático espanhol Calderón de la Barca, que nasceu por volta de 1600, escreveu uma peça de teatro intitulada A vida é um sonho. Nela ele diz: 'O que é a vida? Fúria! O que é a vida? Espuma oca! Um poema, uma sombra quase! E a sorte não pode senão pouco: pois a vida é sonho e os sonhos, sonho...'".
sábado, 24 de novembro de 2007
Mundo de Sofia.
Bom, depois de terminado "As Crônicas de Nárnia" - C. S. Lewis, começei a ler "O Mundo de Sofia" - Jostein Gaarder. Ainda tô na pg. 23, mas pela citação abaixo, acho que vou gostar do que vem pelas próximas quinhentas e tantas páginas.
"Então saltou do banquinho e foi para o banheiro com a carta misteriosa na mão. Parou diante do espelho e olhou-se fixamente nos olhos.
- Sou Sofia Amundsen - disse.
Como resposta, a garota do espelho não teve a menor reação. Não importava o que Sofia fizesse, ela fazia a mesma coisa. com um movimento rápido, Sofia tentou antecipar à imagem do espelho; mas ela foi igualmente rápida.
- Quem é você? - perguntou Sofia.
Também desta vez não recebeu qualquer resposta; por um breve instante, porém, não teve certeza de ter sido ela ou sua imagem no espelho quem tinha feito a pergunta.
Com o dedo indicador, Sofia apertou o nariz da figura do espelho e disse:
- Você sou eu.
E como não recebeu qualquer resposta, inverteu a sentença e disse:
- Eu sou você."
"Então saltou do banquinho e foi para o banheiro com a carta misteriosa na mão. Parou diante do espelho e olhou-se fixamente nos olhos.
- Sou Sofia Amundsen - disse.
Como resposta, a garota do espelho não teve a menor reação. Não importava o que Sofia fizesse, ela fazia a mesma coisa. com um movimento rápido, Sofia tentou antecipar à imagem do espelho; mas ela foi igualmente rápida.
- Quem é você? - perguntou Sofia.
Também desta vez não recebeu qualquer resposta; por um breve instante, porém, não teve certeza de ter sido ela ou sua imagem no espelho quem tinha feito a pergunta.
Com o dedo indicador, Sofia apertou o nariz da figura do espelho e disse:
- Você sou eu.
E como não recebeu qualquer resposta, inverteu a sentença e disse:
- Eu sou você."
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Oração.
Steve Jobs que morais na California
Santificado seja o iPod
Venha a nós o Powerbook
Fidelize as cores em nossas imagens
Assim na web como no impresso.
Santa Apple mãe dos PCs
Rogai por nós usuários
Livrai-nos do arco-íris da morte
Amem.
Santificado seja o iPod
Venha a nós o Powerbook
Fidelize as cores em nossas imagens
Assim na web como no impresso.
Santa Apple mãe dos PCs
Rogai por nós usuários
Livrai-nos do arco-íris da morte
Amem.
domingo, 10 de junho de 2007
Reflexão.
"_Compreendo, Senhor. Estava pensando que gostaria de ter tido uma ascendência mais honrosa.
_Descendente de Adão e Eva - tornou Aslam. - É honra suficientemente grande para que o mendigo mais miserável possa andar de cabeça erguida, e também vergonha suficientemente grande para fazer vergar os ombros do maior imperador da Terra. Dê-se assim por satisfeito.
Caspian baixou a cabeça."
Lewis, C.S. As Crônicas de Nárnia. Livro 4: Príncipe Caspian.
_Descendente de Adão e Eva - tornou Aslam. - É honra suficientemente grande para que o mendigo mais miserável possa andar de cabeça erguida, e também vergonha suficientemente grande para fazer vergar os ombros do maior imperador da Terra. Dê-se assim por satisfeito.
Caspian baixou a cabeça."
Lewis, C.S. As Crônicas de Nárnia. Livro 4: Príncipe Caspian.
sábado, 9 de junho de 2007
How can I get to the top of an apple tree?
"Toda a multidão virou a cabeça e respirou fundo, jubilosamente. Adiante viram uma árvore que não se encontrava ali um momento antes. Devia ter crescido em silêncio, mas com a rispidez de uma bandeira que se desfralda. De seus ramos parecia projetar-se luz e não sombra. Maçãs de prata repontavam de todas as folhas, como estrelas. Mas era o perfume, mais que a luz, que provocava suspiros. Tão intenso era que, por um momento, ninguém conseguiu pensar em nada.”
Lewis, C.S. As Crônicas de Nárnia. Livro 1: O Sobrinho do Mago.
Lewis, C.S. As Crônicas de Nárnia. Livro 1: O Sobrinho do Mago.
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